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Ana Flavia Gerhardt

Editor / portufrj@yahoo.com.br

Professora de Língua Portuguesa da UFRJ. Linguista aplicada e pesquisadora na área de ensino de línguas. Leonina apaixonada desde criancinha por viagens, comida, escrita e Cinema, não necessariamente nessa ordem.

Todos os posts de Ana Flavia Gerhardt

Pariah e o feminino como subjetividade histórica

Pariah e o feminino como subjetividade histórica

Obras artísticas do porte de Pariah e Moonlight mostram a rápida evolução da discussão contemporânea sobre as pessoas, que começou denunciando a invisibilidade e a violência que mulheres, não-brancos e gays sofrem, e com isso agora pode narrar as práticas pessoais e comunitárias de quem busca a sua singularidade.

Ana Flavia Gerhardt / 3 de setembro de 2017
Lady Macbeth

Lady Macbeth

Lady Macbeth se recusa ser encaixado no conjunto de filmes que problematizam a situação da mulher, porque o fato de ela ter sido tratada como propriedade é algo que constitui a narrativa, mas também não cobre a complexidade da condição e das ações de Katherine.

Ana Flavia Gerhardt / 20 de agosto de 2017
Locke e a perdição entre a genética e a cultura

Locke e a perdição entre a genética e a cultura

Ainda não descobrimos se somos frutos do meio ou da nossa genética; essa é uma questão tão antiga quanto a humanidade. Mas, mesmo sem solução, ela continua inspirando grandes obras artísticas. Locke é uma delas.

Ana Flavia Gerhardt / 14 de agosto de 2017
I Smile Back e a dignidade como imposição

I Smile Back e a dignidade como imposição

I smile back é um filme corajoso que recusa saídas comuns e não opta por nos oferecer qualquer conforto ao seu final. É um filme para os que não têm medo de olharem para si mesmos com sinceridade de vez em quando.

Ana Flavia Gerhardt / 8 de agosto de 2017
Por que Cersei é tão fascinante?

Por que Cersei é tão fascinante?

Lena Headey inspira em nós o sentimento de nunca querermos viver a vida de Cersei, porque é clara a sua infelicidade pelo por ter vendido barato sua vida em troca de conforto e abastança.

Ana Flavia Gerhardt / 5 de agosto de 2017
Heartstone

Heartstone

As descobertas e angústias da adolescência são sempre as mesmas, não importa em que país se viva.

Ana Flavia Gerhardt / 31 de julho de 2017
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