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Críticas

Nota:

A Guerra dos Sexos

Matheus Fiore - 3 de outubro de 2017

A Guerra dos Sexos traz muitos pensamentos pertinentes, mas os deixa em segundo plano, o que faz com que as discussões tornem-se um adereço na desfocada trama sobre a lendária tenista, mas que fazem com que o longa seja, ao fim do dia, só mais uma biografia com pretensões “Oscarizadas”.


A Ghost Story
Nota:

A Ghost Story

Melancólico e viajante, A Ghost Story é uma obra sobre nossa relação com o tempo e nosso legado para a humanidade, utilizando uma história de luto e dor.


Detroit em Rebelião
Nota:

Detroit em Rebelião

Detroit em Rebelião mostra-se um verdadeiro terror psicológico, acompanhando o caso de um grupo de jovens negros que foi feito de refém por um grupo policial que estava em busca de um rebelde armado.


Churchill
Nota:

Churchill

“Churchill” se propõe a passar uma mensagem, mas todos os seus símbolos dizem o oposto. Ainda assim, Jonathan Teplitzky merece elogios por ir além do óbvio.


O Jardim das Aflições
Nota:

O Jardim das Aflições

Uma obra que a todo momento parece acreditar estar dando passos maiores do que realmente está, endeusando uma figura sem nunca justificar sua divindade.


O Fantasma de Sicília
Nota:

O Fantasma de Sicília

As lindas nuances narrativas encontradas pelos temas pelos quais a obra lindamente navega, como abuso infantil, herança, amor e misticismo, fazem de O Fantasma de Sicília um filme emocionante e, mesmo que dê passos maiores que as próprias pernas, audacioso.


Gaga: Five Foot Two
Nota:

Gaga: Five Foot Two

Documentário sobre a vida de Lady Gaga entre a composição do disco “Joanne” e o show estratosférico no Super Bowl LI. Mais do que uma história de sucesso e glamour, a exposição sem tratamento de uma figura frágil e insegura, o que a torna ainda mais forte.



Pendular
Nota:

Pendular

Quando um casal divide seu ambiente de trabalho, as tensões de um lado influenciam no outro.


mãe!
Nota:

mãe!

Mãe! é autoral, visceral, alegórico e crítico, mas não explora seu máximo potencial porque, em vez de focar na narrativa e utilizar as alegorias para enriquecê-la, constrói uma narrativa baseada em analogias.


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