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Canto Cult

Nota:

Questão de Tempo (2013)

Ana Flavia Gerhardt - 4 de dezembro de 2018

A ideia de viajar no tempo logo cede espaço para as transformações humanas que as duas viagens possíveis, a espacial e interior, podem proporcionar.


Poesia (2010)
Nota:

Poesia (2010)

Poesia é mais um exemplar do excelente cinema coreano, e segue a tradição de abordar questões contemporâneas materializadas no cotidiano dos personagens.


Distrito 9 (2009)
Nota:

Distrito 9 (2009)

Lançado em 2009, Distrito 9 já é um jovem clássico da ficção científica por discutir de forma imaginativa e fértil a desigualdade social do mundo atual.


Vestígios do Dia (1993)
Nota:

Vestígios do Dia (1993)

Lançado em 1993, esse deslumbrante filme chega à Netflix fazendo pensar sobre como a opressão social penetra em nossos sentimentos mais profundos.


Eles Vivem (1988)
Nota:

Eles Vivem (1988)

A ficção-científica de John Carpenter satiriza o cinema de ação ao passo que constrói uma interessante e anárquica crítica política e cultural.


Politécnica (2009)
Nota:

Politécnica (2009)

“Politécnica”, de Denis Villeneuve, mostra o sintoma extremo de uma doença social e histórica que atinge até países tidos como pacíficos e tolerantes: o machismo e a misoginia.


De Olhos Bem Fechados (1999)
Nota:

De Olhos Bem Fechados (1999)

O Canto Cult traz uma análise de De Olhos Bem Fechados. Desejo, conflitos psicológicos e uma análise de sociedade compõem essa obra-prima do cineasta Stanley Kubrick.


Duelo de Titãs (2000)
Nota:

Duelo de Titãs (2000)

“Duelo de Titãs” conta a história real do time de futebol americano da T. C. Williams High School e sua temporada perfeita de 1971, quando a equipe foi composta de atletas brancos e negros pela primeira vez.


Jerry Maguire: A Grande Virada (1996)
Nota:

Jerry Maguire: A Grande Virada (1996)

“Jerry Maguire: A Grande Virada” utiliza o background do mundo do agenciamento esportivo para falar sobre a necessidade de encontrar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.


Nascido Para Matar (1987)
Nota:

Nascido Para Matar (1987)

“Nascido Para Matar” ilustra como a guerra desumaniza o indivíduo. Mais do que isso, como essa desumanização é fundamental para se sobreviver ao caos.


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