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Críticas

Nota:

Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe

Matheus Fiore - 5 de dezembro de 2019

Em “Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”, Edward Norton escreve, dirige e protagoniza filme-homenagem ao clássico cinema noir americano.



O Irlandês
Nota:

O Irlandês

“O Irlandês” se apresenta como epílogo para o cinema de máfia de Martin Scorsese e mostra o peso histórico de uma vida dedicada ao crime.



Parasita
Nota:

Parasita

Em “Parasita”, Bong Joon-ho parte da comédia e chega ao drama, mostrando como, no capitalismo, o trabalhador e um inseto têm o mesmo valor.


Doutor Sono
Nota:

Doutor Sono

“Doutor Sono” funcionaria melhor se o diretor Mike Flanagan não forçasse comparações entre seu bom filme e “O Iluminado”, de Stanley Kubrick.


A Mata Negra
Nota:

A Mata Negra

Exibido na 3ª Mostra Sesc de Cinema, o brasileiro “A Mata Negra” balanceia terror e comédia na medida ideal para honrar o cinema trash.


O Rei
Nota:

O Rei

Obras de época são sempre atraentes e produzem a expectativa de diversão, mas nem sempre com grande qualidade artística.


Meu Nome é Dolemite
Nota:

Meu Nome é Dolemite

A década de setenta nos Estados Unidos testemunhou movimentos sociais e culturais impulsionados pelas comunidades negras. É mais que relevante contar a história de um de seus grandes artistas.


Domino
Nota:

Domino

Em produção europeia que reflete sobre aspectos da contemporaneidade, Brian De Palma aproxima as imagens produzidas por terroristas do próprio cinema.


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