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Cinema

Spike Lee e o absurdo como ferramenta transformadora

Egberto Nunes - 2 de julho de 2020

Chi-Raq e Bamboozled, de Spike Lee, fazem uso da sátira na narrativa e na história para subverter ideias e esterótipos.


Kairo (2001)
Nota:

Kairo (2001)

Kairo, de Kiyoshi Kurosawa, analisa a fantasmagorização das relações humanas na sociedade contemporânea.


Bens Confiscados (2004)
Nota:

Bens Confiscados (2004)

Reichenbach filmava o ódio com o mesmo interesse com o qual filmava o amor. Esse compromisso com a imagem, independente da temática, é o que faz filmes como “Bens Confiscados” serem tão especiais.




Destacamento Blood
Nota:

Destacamento Blood

Spike Lee constroi um filme com ótimos momentos, mas desconjuntado em razão de sua dificuldade de acomodar seu modernismo numa narrativa mais convencional.


Buffalo 66 (1998)
Nota:

Buffalo 66 (1998)

Em Buffalo 66, Vincent Gallo mostra como apenas o olhar inocente e livre de amarras moralistas permite ver a bondade por trás de figuras complexas.


Nashville (1975)
Nota:

Nashville (1975)

Após quarenta e cinco anos de sua estreia, Nashville pode ser considerada, assim como a música country, pertencente ao folclore americano.


Guerra dos Mundos (2005)
Nota:

Guerra dos Mundos (2005)

Steven Spielberg adapta o clássico de H. G. Wells como uma jornada de descoberta da paternidade e do que realmente importa quando o mundo está para acabar.


O Ano do Dragão (1985)
Nota:

O Ano do Dragão (1985)

O Ano do Dragão é um exemplar absoluto das ideias da obra de Michael Cimino, é um filme perfeito sobre a incorrigível imperfeição do mundo.


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