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Cinema

O gestualismo de Marie Menken

Nicholas Correa - 18 de junho de 2021

Dentro das formas líricas e românticas que dominaram o campo do cinema de vanguarda até os anos 60, Marie Menken nos oferece um caso emblemático para a compreensão de um período que contava com um rico intercâmbio de ideias de várias práticas artísticas.


O Pasteleiro (1981)
Nota:

O Pasteleiro (1981)

Um dos pontos altos da extensa e múltipla filmografia de David Cardoso e um de seus melhores trabalhos como diretor.


A Mulher na Janela
Nota:

A Mulher na Janela

A Mulher na Janela estabelece um jogo de referências cinematográficas que não consegue desenvolver bem suas ideias.



Sem Remorso
Nota:

Sem Remorso

Quanto mais o protagonista ganha consciência de que ele e seus supostos inimigos são peões, mais complexas ficam as implicações morais dos confrontos que ocorrem no filme.



Holiday
Nota:

Holiday

Uma tentativa de conto de vingança feminista que não consegue ter impacto por parecer uma produção sem verdadeira vontade de explorar suas possibilidades.


O Buraco (1998)
Nota:

O Buraco (1998)

Filme de Tsai Ming-liang mergulha na paranoia de fim do milênio e explora a solidão na metrópole em meio a uma epidemia misteriosa.


Sem Rastros
Nota:

Sem Rastros

O discurso de “Sem Rastros” busca um novo olhar para o relacionamento de seus personagens.


Akira (1988)
Nota:

Akira (1988)

Adaptação do mangá cria cenário de sufocamento por excesso de estimulos e retrata cenário social caótico de um Japão em transformação.


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