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Críticas

Nota:

Tenet

Nicholas Correa - 22 de dezembro de 2020

Que não se engane, Tenet não é um projeto tão iconoclasta quanto parece, sua ambição no fundo ainda é bastante clássica. Tomando o jogo de entropia, o filme se dá o luxo de navegar por várias temporalidades pura e simplesmente: não basta ver um prédio se refazendo após uma explosão, o filme mostra o prédio se refazendo e explodindo ao embaralhar os pontos de vista.


A Cristalização de Brasília

A Cristalização de Brasília

Essa dicotomia que propõe uma distância do lugar estudado para quem enfim se chegue na ficção especulada do real é o que dá o tom do filme. Um ritmo que obedece uma desordem, cuja ordem no real já não dá mais para aceitar. É um grito que gera o deslocamento e cristaliza o espaço na forma das intervenções. É Brasília.






Mank
Nota:

Mank

Em Mank, David Fincher investiga os bastidores da era de ouro de Hollywood pelo olhar do artista esquecido.


Mangue Bangue (1971)
Nota:

Mangue Bangue (1971)

“Mangue Bangue” pode ser lido como um filme sobre o renascimento através do abandono das convenções sociais em prol do bem estar próprio.




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