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Críticas

Nota:

Joias Brutas

Matheus Fiore - 31 de janeiro de 2020

Josh e Benny Safdie expandem sua análise da relação antropofágica da soceidade capitalista com personagem refém do tempo e do espaço


Canto dos Ossos
Nota:

Canto dos Ossos

Acompanhando a vida de jovens na cidade de Búzios, “Canto dos Ossos” propõe um interessante esvaziamento estético em prol de seu conteúdo.


Cadê Edson?
Nota:

Cadê Edson?

Dácia Ibiapina consegue imprimir seu olhar sem projetar sombra sobre o protagonismo dos movimentos sociais em seu documentário.



Jojo Rabbit
Nota:

Jojo Rabbit

“Jojo Rabbit” é, antes de qualquer coisa, uma obra provocadora. A sequência dos créditos iniciais traça um paralelo gritante entre o nazismo e a beatlemania.


Sequizágua
Nota:

Sequizágua

Documentário acaba por falhar ao explorar demais imagens de pessoas em situações degradantes para mostrar impacto do agronegócio na vida no campo.


Sertânia
Nota:

Sertânia

A obra de Geraldo Sarno cria uma estrutura baseada em memórias para retratar a violência inerente ao período sem lei do sertão brasileiro.



O Lodo
Nota:

O Lodo

Filme de Helvécio Ratton se repete sem nunca chegar a lugar nenhum, e acaba por ter como único alívio o humor situacional cotidiano.


Sofá
Nota:

Sofá

“Sofá”, exibido durante a 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, versa sobre os cidadãos marginalizados que tiveram suas vidas destruídas pelo Estado.


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